CASTRO. (Eugénio de) - OBRAS POÉTICAS. [10 VOLS.]

400,00 €


Estado del lote: Bueno (muy pocas señales de uso)

Autor: CASTRO. (Eugénio de)

Idioma: Português / Portuguese


De... Lvmen, Emprêsa Internacional Editora. Lisboa. 1927–1944. 10 Volumes de 20x13 cm. Com 201, [v]; 218, [iv]; 224, [v]; 182, [v]; 184, [v]; 180, [v]; 167, [vi]; 183, [vii]; 205, [iii]; 273, [iii] págs. Encadernações com lombadas e cantos em pele, com nervos e ferros a ouro nas lombadas e a seco nos cantos. Pastas em papel marmoreado e preservam as capas de brochura. Ilustrados em face da folha de rosto, sobre papel couché, com retratos do autor, incluindo uma caricatura de Luis Bagaría e a reprodução de uma escultura de Teixeira Lopes. Tem também fac-símile de uma folha com um dos últimos autógrafos do autor. Exemplar com assinatura de posse em tinta coeva na folha de rosto. Composto e impresso na Impressa Nacional de Lisboa. Assim, esta edição completa e definitiva das obras poéticas de Eugénio de Castro, com revisão geral do próprio, organiza-se em onze volumes, com a seguinte disposição de matérias: Volume I: Oaristos – Horas - Silva.
Volume II: Interlúnio – Belkiss – Tiresias.
Volume III: Sagramor.
Volume IV: Salomé – A Nereide de Harlém – O Rei Galaor – Saudades do Céu.
Volume V: Constança – Depois da Ceifa – A Sombra do Quadrante.
Volume VI: O Anel de Polícrates – A Fonte do Sátiro.
Volume VII: Poesias de Goethe – O Filho Pródigo – O Cavaleiro das mãos irresistíveis;
Volume VIII: Camafeus Romanos –A Tentação de S. Macário – Canções desta negra vida;
Volume IX: Cravos de Papel – A Mantilha de medronhos; A caixinha das cem conchas;
Volume X: Descendo a encosta – Chamas d’uma candeia velha. A partir do nono volume, muda o nome da editora para «Portucalense». Inclui Bibliografia. Eugénio de Castro e Almeida (Coimbra, 1869 — Coimbra, 1944) foi um importante poeta português, o pioneiro do Movimento Simbolista em Portugal. Por volta de 1889 formou-se no Curso Superior de Letras, em Lisboa. Depois de formado, viveu algum tempo em Paris, onde entrou em contato com os simbolistas franceses, entre eles, Mallarmé e Rimbaud. Em 1889, de volta à Coimbra, fundou e dirigiu a revista “Os Insubmissos”, na qual, influenciado pelos franceses despertou para a nova estética: o Simbolismo - uma tomada de posição contra as rimas habituais e o vocabulário pobre que caracterizavam a poesia portuguesa. Foi professor universitário em Coimbra a partir de 1914. Desde menino frequentava as feiras de livros, com 15 anos, começou a publicar os seus primeiros versos: “Cristalização e Morte” (1884), “Canção de Abril” (1885), “Jesus de Nazaré” (1887) e “Horas Tristes” (1888). As primeiras obras de Eugénio de Castro apresentam uma poesia com características da Escola Simbolista, com o uso de rimas novas e raras, que correspondem a sua produção poética até o fim do século XIX. Em contrapartida, a mesma poesia nem sempre se manteve fiel às propostas estéticas simbolistas, inclinando-se muitas vezes para o preciosismo formal próprio dos parnasianos.
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